Quantas vezes…
Quantas vezes mentimos por medo de dizer a verdade…
Quantas vezes dissemos “Amo-te” sem o sentir na verdade…
Quantas vezes pedimos desculpas sem as desejar…
Quantas vezes pedimos AMOR sem o retribuir…
Quantas vezes pedimos PERDÃO por coisas que não fizemos e escondemos, na verdade, as verdades que pensámos…
Quantas vezes nos enganámos a nós próprios e nos traímos… e aos outros…
Quantas vezes implorámos para ter o que não queríamos…
Quantas vezes fomos reis e rainhas em trono alheio…
Quantas vezes fomos escravos dos nossos desejos e ambições…
Quantas vezes atirámos a primeira pedra… e a segunda…
Quantas vezes escondemos os nossos verdadeiros sentimentos…
Quantas vezes gritámos palavras de ordem por ideais que não eram os nossos…
Quantas vezes dissemos SIM por pena ou NÃO por educação…
Quantas vezes fomos feridos em lutas de submissão…
Quantas vezes travámos batalhas contra moinhos de vento…
Quantas vezes rezámos sem fé…
Quantas vezes jurámos coisas sem as podermos cumprir…
Quantas vezes a nossa palavra ficou sem se poder ouvir…
Quantas vezes chorámos em silêncio…
Quantas vezes nos rimos de nós próprios… e dos outros…
Quantas vezes secámos lágrimas com o calor de um beijo…
Quantas vezes curámos feridas com um carinho…
Quantas vezes pegámos crianças ao colo…
Quantas vezes pegámos idosos pela mão…
Quantas vezes faltam para que o nosso coração deixe de bater…
Quantas vezes só demos o devido valor depois de perder…
Quantas vezes tivemos fome e não tivemos o que comer…
Quantas vezes acusámos injustamente…
Quantas vezes demos o “braço a torcer”…
Quantas vezes voltámos atrás com a nossa palavra…
Quantas vezes sentimos medo ou vergonha…
Quantas vezes jogámos “à bola”… ou “à macaca”…
Quantas vezes subimos a muros…
Quantas vezes trepámos às árvores…
Quantas vezes dissemos “Olá”… e “Bom dia”…
Quantas vezes dissemos o que nos “ia na alma”…
Quantas vezes perdemos a calma…
Quantas vezes fomos felizes sem o sabermos…
Quantas vezes fomos culpados das nossas acções…
Quantas vezes nos criticámos… e aos outros…
Quantas vezes fomos demasiado frágeis ou duros em demasia…
Quantas vezes fomos apenas HUMANOS…
Quantas vezes dissemos “Amo-te” sem o sentir na verdade…
Quantas vezes pedimos desculpas sem as desejar…
Quantas vezes pedimos AMOR sem o retribuir…
Quantas vezes pedimos PERDÃO por coisas que não fizemos e escondemos, na verdade, as verdades que pensámos…
Quantas vezes nos enganámos a nós próprios e nos traímos… e aos outros…
Quantas vezes implorámos para ter o que não queríamos…
Quantas vezes fomos reis e rainhas em trono alheio…
Quantas vezes fomos escravos dos nossos desejos e ambições…
Quantas vezes atirámos a primeira pedra… e a segunda…
Quantas vezes escondemos os nossos verdadeiros sentimentos…
Quantas vezes gritámos palavras de ordem por ideais que não eram os nossos…
Quantas vezes dissemos SIM por pena ou NÃO por educação…
Quantas vezes fomos feridos em lutas de submissão…
Quantas vezes travámos batalhas contra moinhos de vento…
Quantas vezes rezámos sem fé…
Quantas vezes jurámos coisas sem as podermos cumprir…
Quantas vezes a nossa palavra ficou sem se poder ouvir…
Quantas vezes chorámos em silêncio…
Quantas vezes nos rimos de nós próprios… e dos outros…
Quantas vezes secámos lágrimas com o calor de um beijo…
Quantas vezes curámos feridas com um carinho…
Quantas vezes pegámos crianças ao colo…
Quantas vezes pegámos idosos pela mão…
Quantas vezes faltam para que o nosso coração deixe de bater…
Quantas vezes só demos o devido valor depois de perder…
Quantas vezes tivemos fome e não tivemos o que comer…
Quantas vezes acusámos injustamente…
Quantas vezes demos o “braço a torcer”…
Quantas vezes voltámos atrás com a nossa palavra…
Quantas vezes sentimos medo ou vergonha…
Quantas vezes jogámos “à bola”… ou “à macaca”…
Quantas vezes subimos a muros…
Quantas vezes trepámos às árvores…
Quantas vezes dissemos “Olá”… e “Bom dia”…
Quantas vezes dissemos o que nos “ia na alma”…
Quantas vezes perdemos a calma…
Quantas vezes fomos felizes sem o sabermos…
Quantas vezes fomos culpados das nossas acções…
Quantas vezes nos criticámos… e aos outros…
Quantas vezes fomos demasiado frágeis ou duros em demasia…
Quantas vezes fomos apenas HUMANOS…

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