Penso... Logo não existo!

Os pensamentos são únicos... e acontecem em momentos irrepetiveis...

terça-feira, março 06, 2007

With Arms Wide Open...

Well I just heard the news today
It seems my life is going to change
I close my eyes, begin to pray
Then tears of joy stream down my face
With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
Ill show you everything
With arms wide open
Well I dont know if Im ready
To be the man I have to be
Ill take a breath, take her by my side
We stand in awe, weve created life
With arms wide open
Under the sunlight
Welcome to this place
Ill show you everything
With arms wide open
Now everything has changed
Ill show you love
Ill show you everything
With arms wide open
If I had just one wish
Only one demand
I hope hes not like me
I hope he understands
That he can take this life
And hold it by the hand
And he can greet the world
With arms wide open...

Creed

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segunda-feira, março 05, 2007

O Amor... Exercício de Matemática

Tantas vezes dizemos que o Amar é DIVIDIR...
Mas porquê DIVIDIR o AMOR por 2 se o podemos MULTIPLICAR pelos mesmos 2 e assim o tornar DUPLAMENTE mais forte...

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quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Nunca...

Nunca digas NUNCA
Diz o velho ditado.
E se disser?
Que mal tem dizer NUNCA?!


Quando o NUNCA que se sente sabe como um SEMPRE!


E SEMPRE poderá dizer-se?!
Ou nunca digas NUNCA, nem SEMPRE!
Porque o passado já passou, o presente é agora e o futuro ainda virá à frente…

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segunda-feira, janeiro 29, 2007

Amor... em estado líquido

O Amor é como um rio que corre em direcção ao mar,
por mais que o tentem travar ou colocar obstáculos
ele tudo vence e todas as barreiras atravessa,
quanto mais estreito e limitado for o seu leito
mais veloz e forte ele correrá
e por mais que tentem prendê-lo em barragens
ou desviá-lo do ser curso natural
ele conseguirá arranjar uma forma de voltar e encontrará
um novo caminho para correr… para o mar.

domingo, janeiro 28, 2007

Quantas vezes…

Quantas vezes mentimos por medo de dizer a verdade…
Quantas vezes dissemos “Amo-te” sem o sentir na verdade…
Quantas vezes pedimos desculpas sem as desejar…
Quantas vezes pedimos AMOR sem o retribuir…
Quantas vezes pedimos PERDÃO por coisas que não fizemos e escondemos, na verdade, as verdades que pensámos…

Quantas vezes nos enganámos a nós próprios e nos traímos… e aos outros…
Quantas vezes implorámos para ter o que não queríamos…
Quantas vezes fomos reis e rainhas em trono alheio…
Quantas vezes fomos escravos dos nossos desejos e ambições…
Quantas vezes atirámos a primeira pedra… e a segunda…

Quantas vezes escondemos os nossos verdadeiros sentimentos…
Quantas vezes gritámos palavras de ordem por ideais que não eram os nossos…
Quantas vezes dissemos SIM por pena ou NÃO por educação…
Quantas vezes fomos feridos em lutas de submissão…
Quantas vezes travámos batalhas contra moinhos de vento…

Quantas vezes rezámos sem fé…
Quantas vezes jurámos coisas sem as podermos cumprir…
Quantas vezes a nossa palavra ficou sem se poder ouvir…
Quantas vezes chorámos em silêncio…
Quantas vezes nos rimos de nós próprios… e dos outros…

Quantas vezes secámos lágrimas com o calor de um beijo…
Quantas vezes curámos feridas com um carinho…
Quantas vezes pegámos crianças ao colo…
Quantas vezes pegámos idosos pela mão…

Quantas vezes faltam para que o nosso coração deixe de bater…
Quantas vezes só demos o devido valor depois de perder…
Quantas vezes tivemos fome e não tivemos o que comer…
Quantas vezes acusámos injustamente…
Quantas vezes demos o “braço a torcer”…
Quantas vezes voltámos atrás com a nossa palavra…
Quantas vezes sentimos medo ou vergonha…

Quantas vezes jogámos “à bola”… ou “à macaca”…
Quantas vezes subimos a muros…
Quantas vezes trepámos às árvores…
Quantas vezes dissemos “Olá”… e “Bom dia”…
Quantas vezes dissemos o que nos “ia na alma”…
Quantas vezes perdemos a calma…

Quantas vezes fomos felizes sem o sabermos…
Quantas vezes fomos culpados das nossas acções…
Quantas vezes nos criticámos… e aos outros…
Quantas vezes fomos demasiado frágeis ou duros em demasia…
Quantas vezes fomos apenas HUMANOS…

sábado, janeiro 27, 2007

Já…

Já tremi sem frio
Já suei sem calor
Já chorei por Amor
Já ri de dor

Já usei luvas nos pés
e sapatos nas mãos
Já saltei para baixo
Já desci para cima

Já dormi ao contrário
Já vesti roupa do avesso
Já sonhei com a morte
Já tive pesadelos com a vida

Já andei em contra-mão
Já atropelei um cão
Já falei a escrever
Já chorei só por ler

Já sonhei acordado
Já dormi abraçado
Já me deitei acompanhado
e acordei sem ninguém ao lado

Já achei dinheiro
Já perdi o norte
Já joguei sem sorte
Já tropecei na calçada

Já sai para a rua sem a cara lavada
Já fui ao cinema de pijama
Já parti o nariz
Já plantei uma árvore

Já me emocionei com um filme
Já chorei por ouvir um hino que não era o do meu país
Já tive doente
Já me senti contente

Já comi no chão
Já dormi no sofá
Já (só) me falta ser FELIZ

quinta-feira, janeiro 25, 2007

O dia em que tudo mudou…

No dia em que tudo mudou
Não fez calor de derreter baldes à sombra
Não fez frio de gelar o sol nem as nuvens.

No dia em que tudo mudou
O sol nasceu à hora prevista
E a Lua a seu tempo chegou.

No dia que tudo mudou
Não vi luzes nem clarões
Nem sombras nem escuridão.

No dia em que tudo mudou
Não senti o vento soprar
Não senti a terra tremer.

No dia que tudo mudou
Apenas senti emoção
Porque o que mudou foi no meu coração.